Você
já passou por isso?
Você
já teve que fazer uma coisa, e essa coisa era totalmente contrária a tudo o que você acredita?
Você
tem as ideias mais brilhantes, você tem objetivos bem definidos, você tem o
conhecimento de que precisa, mas você não
tem certeza da sua capacidade...
Você
quer tentar coisas novas, mas não
consegue esquecer das vezes em que deu tudo errado...
Veja só:
Este
início trata de alguns entraves muito comuns a todos nós, e que culminam em
sensações, emoções e sentimentos desequilibrados: medo, frustração, indecisão,
raiva, mágoa e derrotismo são alguns exemplos que podem se manifestar nas
situações acima apresentadas.
A
grande maravilha desta introdução é que se você respondeu “sim” à primeira
pergunta, isso quer dizer que você tem consciência
de que algumas situações conflitantes da sua história te fizeram sentir de um
jeito que você não esqueceu, ou seja, deixaram registros em você, e você sabe.
Porém,
estes registros desconfortáveis não ficam lá para sempre como lembranças. Eles se
manifestam primeiro no nível
psicoemocional, e podem sim alcançar o nível físico.
Só mais um pouco:
No
meio do expediente, ela aparece: a dor de cabeça que você não sabe de onde vem.
Para
um pouco para respirar, toma um cafezinho, e o estômago queima.
Cólicas,
inchaço, mal-estar no período da menstruação.
E, acima de tudo...
Ainda
que você tenha um catálogo com todos os registros psicoemocionais que acumulou
ao longo da sua existência e com todas as doenças (grandes e pequenas) que já
te acometeram, como é que faz para limpar, superar e transcender as
consequências disso em você?
O
QUE TODO MUNDO DEVERIA SABER SOBRE A ORIGEM DAS DOENÇAS
Tudo
o que tem vida é composto por estruturas visíveis e invisíveis, sendo a parte
visível constituída pelo corpo, a matéria, as expressões exteriorizadas; e a
parte invisível, composta por pensamentos, emoções, sensações, energia.
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Acima
do corpo etérico, vibrando em energia mais sutil, encontra-se o corpo emocional, também conhecido como corpo astral. Nele residem as emoções e
sentimentos, bem como a forma particular de expressá-los.
Nos
seres humanos, o corpo astral armazena nossos padrões emocionais e de reação
emotiva, nossos padrões de desejos e medos. Mais que isso, o corpo astral é
depósito de registros de dores passadas. Quando em disfunção, acaba por
interferir no corpo etérico que, por sua vez, interfere no corpo físico, causando
um conflito, cujo resultado final é a doença.
Sobrepondo-se
ao corpo astral, encontra-se o corpo
mental. É através dele que a personalidade expressa seu intelecto. O corpo
mental gerencia nossos pensamentos, ideias, conhecimentos racionais e
intuitivos. É o armazém de padrões mentais, crenças, modelos positivos e
negativos de vida, os quais condicionam a personalidade. Disfunções neste nível
interferem de forma progressiva e sucessiva no corpo astral, no corpo etérico
e, consequentemente, no corpo físico. Doença.
O
registro de vivências e aprendizados da Alma durante sua existência, bem como
seus projetos para a vida, se situam num corpo ainda mais sutil, conhecido por corpo causal. É através dele que o
indivíduo vivencia sua espiritualidade e com ela se relaciona. Se a Alma dita
uma coisa que a personalidade desconhece ou não aceita, conflito (e o conflito
causa a doença).
A
DOENÇA É UM TIPO DE BARATA VOADORA: NINGUÉM QUER POR PERTO!
Preste
atenção! Um registro negativo causador de conflito entre os corpos que não é
tratado em seu estado sutil, se torna denso, atinge o corpo físico e causa a
doença. Por isso, você precisa agir logo.
A
Medicina Complementar, que abrange todas as formas de terapia alternativa,
holística ou vibracional, atua diretamente sobre o estado dos corpos sutis,
sobre os registros energéticos que nele estão armazenados, dos quais, a parte
consciente de nós, na maioria das vezes, nem se dá conta.
Há
85 anos atrás, o Dr. Edward Bach, médico criador da Terapia Floral, já
compreendia a doença como o resultado final das disfunções psicoemocionais
registradas em nossos corpos - o que ele chamou de conflito entre a Alma e Personalidade.
Segundo
ele, ao lidar com a enfermidade, devia-se perseguir e tratar os padrões
causadores do conflito, ao invés de tentar cuidar apenas do resultado final, ou
seja, da doença. Ele entendia que a doença não existia, quem existia era o
doente. E quando a doença já havia se manifestado, ele acreditava que ela vinha
para o bem, para o aperfeiçoamento da Alma e da Personalidade, com a finalidade
de integração do ser.
Para
o Dr. Bach, se pudéssemos, sozinhos, perceber, reconhecer e corrigir nossos
erros por meio dos recursos mentais e espirituais dos quais dispomos, nem
precisaríamos adoecer.
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Para
isso serve a Terapia Floral, criada pelo Dr. Bach, uma das terapias
alternativas que compõem a Medicina Complementar, e minha ferramenta de
trabalho. Em linhas gerais, a vibração específica de cada flor atua nos corpos
sutis sobre o conflito ou sobre o registro desarmônico, se já for o caso. O
trabalho da vibração floral é equilibrar a vibração conflituosa devolvendo a
harmonia entre os corpos. Corpos harmonizados não são terra fértil para
doenças.
Quando
um registro negativo se densifica e atinge o corpo físico na forma de doença,
extrapola a competência das terapias alternativas, que podem ainda ser funcionais
se combinadas à medicina clínica tradicional. Porém, o registro que ainda se
encontra nos corpos sutis, pode e deve ser harmonizado e reprogramado pelas
técnicas da Medicina Complementar.
Perceber
sozinhos nossos padrões causadores de conflito e, ainda por cima, corrigi-los por
nossa própria conta, é tarefa árdua “pra mais de metro”! Mas, podemos sempre
nos disponibilizar e tentar. Além disso, podemos sempre contar com a Medicina
Complementar.
Até a próxima!
Equipe Tarô e Flor
REFERÊNCIAS DESTE TEXTO:
BACH, Edward. Os remédios florais do Dr. Bach. 19ª
ed. São Paulo: Pensamento. 2006.
NAIFF, Nei. Os Florais do Mundo. Rio de Janeiro:
Nova Era. 2006.
SCHEFFER, Mechthild. Terapia
Floral do Dr. Bach. São
Paulo: Pensamento. 2009.


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